A Moda NO PAÍS 2

A Moda NO PAÍS

Abaixo os complexos e os eufemismos. A gente considera que as gordas e não se envergonham disso. Em seus websites não falam de dieta, todavia de tendências. São adolescentes e gostam de moda. Todos têm seu respectivo modo de blog e de um tamanho que é totalmente diferente com a 34 das lánguidas modelos que desfilam em Milão ou Paris.

Sim, são gordas. Mas não têm complexos. Nem se escondem atrás do anonimato, que apresenta a rede. Todo o contrário. Usam a Internet para reclamar que as fatshionistas bem como têm direito a vestir-se com as últimas tendências. Para elas, a expressão “fat” (“gorda”, em português), não tem conotações negativas. É só o reflexo de uma realidade que eles querem que você assim como tenha o teu espaço nas revistas de moda. Não em um especial “tamanhos grandes”, mas em todos os números. Sua reivindicação é a mesma que exigem ainda mais setores da sociedade, cansados de imposição de um cânone estético irreal.

Na Internet -onde a popularidade não se mede em quilos, mas em número de visitantes-, o responsável mensagem que agora promovem as revistas de moda faz tempo que une blogueiros de o mundo todo e de todos os tamanhos. Como Gabi Gregg, de Detroit, mais conhecido como @Gabifresh, com quase 18.000 seguidores no Twitter. “, lembra Gabi. E roupas tradicionais e chato é precisamente o que escapam estas crianças. “Sei que é um protagonista de ficção, entretanto domina como proteger-se de cada look, disso eu acho”. Outras vezes, as musas não têm nome nem sobrenome. Estão na rodovia, nas revistas, no cinema, em capas de discos… Ou em bairros como Harajuku, em Tóquio.

“Me fascina como as adolescentes japonesas misturam todos os tipos de estilos, estampas e acessórios e construir estilos únicos que não leva ninguém mais”. O individualismo e ecletismo japonês é o que mais seduz a este tipo de bloggers, que desejam diferenciar-se da massa uniforme. “Eu amaria de poder entrar em qualquer loja e provar toda a roupa, entretanto não poderei”, lamenta Franceta. “Como estilista estou acostumada a trabalhar rodeada de peças incríveis de designers, muitas das quais jamais poderei entrar, o que é muito frustrante. E mesmo que eu gostaria que fizessem bem como tamanhos grandes, entendo por que os criadores decidem prestar mais atenção às tamanhos menores”, conta Ele.

Quase nenhuma compra em lojas especializadas. Preferem ajustar peças de assinaturas modelo à tua silhueta e, essencialmente, ao teu estilo. Quer obter peças oversize e projetos stretch com bandas elásticas, ou modificando projetos de ternos sob proporção, “que você poderá integrar peças laterais pra ter um tamanho maior”, acha Franceta. Porque, apesar de cada vez mais marcas XL -como Asos Curve ou Forever21 – estão se modernizando, “as tendências chegam a estas lojas com mais de 2 anos de atraso em ligação ao que vemos na passarela.

Uma penitência, com que precisamos carregar todas as que desejamos destinar-se para a última”. Uma coisa está clara: não estão dispostas a que ninguém lhes fale como eles têm que se vestir. Pouco importa se a sua visão de moda se ajusta ou não aos padrões sociais instituídos. “As regras como você tem ou você não tem que se vestir se o teu tamanho não se conforma com a média oficial de hoje são ridículas. Existem dicas a partir de um ponto de visibilidade de estilo, eu acho, mas jamais proibições.

Uma mulher deve a todo o momento escolher por si mesma o que desejas utilizar”, defende Nicolette Mason. A rede é, sem sombra de dúvida, o melhor aliado para todas elas. “Na Bélgica, o mercado de tamanhos grandes é simplesmente inexistente; e não creio que isso mude nunca, por mais que surjam web sites com vozes a favor. A indústria tem uma visão muito fechada. E o que mais me entristece é que ainda há marcas como H&M, que têm linhas de tamanhos grandes, nas lojas belgas, é quase impensável encontrar estas coleções”, explica Valérie.

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“Poder obter online tem ajudado muito”, admite Franceta. “Meu guarda-roupa estaria vazio se não fosse por tudo o que compro online”, confirma Allison para a Moda. “Mas não é o mesmo que entrar em um provador e enxergar como fica a roupa diante do espelho”, acredita Franceta. “A moda é uma extensão de si mesmo. Você poderá alterar o seu estado de espírito”. O primeiro passo é aceitar plenamente.

Uma lição que estas blogueiros, como tantas algumas, aprenderam muito antes de anunciar teu primeiro artigo. Elas não compartilham dietas ou dicas para emagrecer. Na sua websites só pendurar imagens em que posam sem preconceitos, salientam o teu lado mais fashionista e, além de tudo, falam de tendências. É moda em directo. Da passarela para a rua. Sem complexos nem sequer lições magistrais de como encobrir as curvas ou dissimular a tua volúpia.

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