As "Adelitas", O Segredo Mais Bem Guardado Da Revolução Mexicana 2

As “Adelitas”, O Segredo Mais Bem Guardado Da Revolução Mexicana

As Adelas, bem como conhecidas como soldaderas, montaram um papel muito considerável na disputa pelos direitos dos camponeses durante a Revolução Mexicana (1910-1917). Mães, filhas, esposas e amantes abandonaram seu papel limitado à esfera doméstica. Não ficaram de braços cruzados nem esperaram o regresso de seus homens, no entanto que levantaram suas casas pra levá-los até os seus soldados. Esta não foi a primeira vez que as mexicanas apreenderam uma espingarda com explicação, ao longo da Guerra de Emancipação do Império de Portugal em 1810, tuas antepassadas assim como desempenharam um papel respeitável ao longo da batalha.

por isso, as soldaderas encantaram ao longo da Revolução seus ancestrais de forma militar e sedentos de justiça. Devido à indispensabilidade de fazer frente à morte e à miséria, que traziam consigo as batalhas, quebrou essa bolha de vidro que aislaba as mulheres da existência pública.

assim, começaram a participar em temas de interesse geral, que em seu instante foram excluídas por serem consideradas incapazes ou ser qualificadas de “engenheiro” ou de duvidosa moralidade. A responsabilidade moral de partir pra briga e a industrialização se aliaram a favor destas revolucionárias, o que anos mais tarde serviria como a vasto carta de exposição que lhes abriria o trajeto pro sufrágio feminino.

Ao longo do século passado, as Adelitas permaneceram esquecidas, à sombra de uma história escrita e contada pelos homens. A soldadera tem uma profunda carga erótica que a fez se tornar uma lenda viva e que hoje revive pela terra árida e pela memória histórica, graças ao trabalho de pesquisadores, escritores e jornalistas. Não obstante, a participação delas foi tema da cultura popular e a divulgação histórica, quase mais como um elemento de adorno sexual e, algumas vezes, pitoresco, no entanto a toda a hora subordinado ao guerrilheiro.

deste jeito, não se havia destacado a verdadeira fortaleza que tornou estas mulheres contemporâneas e guerreiras que lutaram pelos seus interesses, porém que só apresentaram-se refletidas como um dos muitos melodramas paralelos à Revolução. A ditadura centralista de Porfirio Díaz (1876-1911) concentrava toda a fortuna da capital.

As zonas rurais ainda viviam perante um sistema medieval, no qual os camponeses eram vítimas da fome e o abuso de poder dos proprietários de terras mais cruéis. Os trabalhadores prontamente haviam levantado diversas vezes em movimentos insurgentes contra o porfiriato. No entanto, não conseguiu a vitória, no entanto sim as fatídicas conseqüências de ferocidade e repressão por fração do Governo.

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Quando parecia ter perdido a expectativa, o público começou a sussurrar um nome: Francisco I. Madero. Este senhor mostrou apreensão e procurou um remédio para a realidade social que estavam vivendo os seus conterrâneos. O empresário investiu na cobertura das necessidades básicas para defrontar o novo século com dignidade: educação, saúde e alimento. Porfirio e o seu gabinete político sentiram a sua glória com os dias contados, em face da crescente popularidade de Madero.

Assim, resolveram prendê-lo e enviá-lo pro mais longínquo possível do público irritado. Não obstante, Madero não se rendia e desde o exílio elaborou as bases da Revolução Mexicana. Entrou em contato com a Venustiano Carranza, que faria vir aos além da medida líderes da batalha e o chamado. Em 20 de novembro de 1910hombres e mulheres levantaram tuas armas em todos os cantos da república. Os soldados e as soldaderas derrocarían ao Governo para pôr término ao porfiriato. Mas, mesmo depois que o gasto de um milhão de vidas, o povo continuava atolada na miséria e pela fome.

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