Crise Do Século XIV 2

Crise Do Século XIV

a Crise do século XIV é a designação historiográfica de um dos períodos que conseguem ser considerados como de queda secular ou queda geral, no mínimo pra Europa e bacia do Mediterrâneo. Temporariamente cobre o trecho término da Idade Média, até a recuperação da população, o dinamismo económico e o vigor cultural, que trouxe o Renascimento e a data dos descobrimentos. Nas interpretações da história da civilização ocidental é considerada um fator importante pra esclarecer a mudança da Idade Média pra Idade Moderna.

A terrível instabilidade demográfica associada à peste negra ou peste bubônica de 1348 e as epidemias que se sucederam cíclicamente no decorrer dos anos seguintes, que reduziram a população da Europa em não menos de um terço. O conjunto dos fenômenos ligados a esta recessão secular foi entendido, do ponto de visão do materialismo histórico, como o começo da alteração do feudalismo ao capitalismo que ocorre desde o encerramento da Idade Média.

A lei de rendimentos decrescentes começou a revelar seus efeitos à proporção que o dinamismo dos camponeses, forçou a cultivação de terras marginais e as lentas melhorias técnicas não podiam sucedido a um ritmo aproximado. A circunstância climática mudou, acabando com o chamado sublime medieval que permitiu a colonização da Gronelândia e o cultivo de videiras na Inglaterra.

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As más colheitas conduziram a fome que debilitadas fisicamente as populações, preparando o terreno para que a peste negra de 1348 fosse uma catástrofe demográfica pela Europa. A repetição sucessiva de epidemias caracterizou um ciclo secular. As decorrências não foram negativas pra todos. Os que sobreviveram acumularam inesperadamente capital em maneira de herança, que poderá em alguns casos ser investidas em corporações comerciais, ou acumularam inesperadamente patrimônios nobres.

Contra o mundo medieval de três ordens, fundamentado numa economia agrária e firmemente ligada à posse da terra, emerge um mundo de cidades fundamentado numa economia comercial. Os centros de poder se deslocam pros novos burgos. A mentalidade teocéntrica ia lentamente dando local a uma nova centrada no homem, em um método que culminará com o humanismo do século XV, o que neste instante podes ser conhecido como Idade Moderna.

O estímulo ao monopólio econômico, social, político e intelectual dos privilegiados, elaborarava-se lentamente novos espaços de poder, em favor dos reis, como essa de um recinto ainda mais vasto pra burguesia. Embora a maior parte da população continuou sendo camponesa, o direito é que o impulso e as novidades imediatamente não vieram do castelo e o mosteiro, no entanto da Corte e da cidade. Borgonha, que refletiu Johan Huizinga em seu magistral O outono da Idade Média.

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