Diálogos De Paz Entre O Governo De Andrés Pastrana E As FARC 2

Diálogos De Paz Entre O Governo De Andrés Pastrana E As FARC

Uma vez que a área foi construída as FARC tomaram o controle da área, impondo suas próprias ‘leis’, a falta de controle militar do governo. As Forças Militares colombianas acusaram as FARC de usar a área pra se recuperar, avigorar militar, política e financeiramente. As FARC assim como desconheceram acordos assinados, como o Acordo de Caquetania, alegando que o estabelecimento de uma comissão internacional de verificação não teria poderes para supervisionar com autoridade o modo das partes.

Em junho de 2001, as FARC libertam 242 militares capturados, no entanto o governo não libera os guerrilheiros capturados. No decorrer do governo do presidente colombiano Julio César Turbay (1978-1982), foi aprovada a Lei de Anistia, em 1982 (Lei. Estatuto da Segurança com que o governo havia mantido uma certa repressão contra as instituições e movimentos populares de tendência esquerdista. Entre abril e junho de 1991, as FARC aceitaram dialogar com o Governo do logo presidente César Gaviria (1990-1994), em Caracas.

em seguida, em março de 1992, deram-se os diálogos de paz de Tlaxcala (México), porém foram interrompidas em outubro do mesmo ano. Villegas retornou à Colômbia e argumentou ao assim candidato à presidência de Andrés Pastrana Arango que havia grandes promessas de diálogos. O político liberal Juan Manuel Santos assim como teria participado dos encontros com líderes das FARC, em um encontro em 1997, pela Costa Rica para o design e concepção” de uma zona desmilitarizada para conduzir a cabo os diálogos. Santos também propôs ao presidente Ernesto Samper que o próximo governante encarregado de convocar uma assembleia nacional constituinte que seria o repercussão de discussões entre o governo e a guerrilha. Governo não vai abandoná-lo.

Estas estratégias constituem um sistema e, dessa forma, dependem em tão alto grau dos instrumentos (trabalho do negócio, receita, lucro, horas dedicadas ao serviço, quantidade de freguêses, matéria-prima disponível), como do estado e do capital para se reproduzir. Tentar associar realização e reprodução implicou um imenso interesse, o qual, até onde é possível oferecer conta desta articulação a partir das entrevistas? Abordar o risco envolveu empreender com os entrevistados uma viagem pro conceito do serviço, o que sentido tem o negócio?

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como é que se valorizam e entendem-se como trabalhadores? por que o teu serviço assegura (ou não) pra segurança? o que o trabalho lhes dá certezas e sensatez? Para cada um dos trabalhadores entrevistados, há diferentes respostas, que, sem sombra de dúvida, irão gerar mais perguntas. Para abordar esta multiplicidade de circunstâncias em que a diversidade de cenários, que tal o serviço qualitativo, como a análise quantitativa geraram, é preciso equipar-se com um conjunto de insumos. Barrere-Maurisson, Marie (1999), A divisão familiar do serviço: a existência dupla, Brasil: Associação Sociedade e Trabalho, PIETTE, CONICET, Lúmen Humanitas.

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