História Da National Geographic (Barcelona) (121) 2

História Da National Geographic (Barcelona) (121)

Se tem evidência arqueológica relativa às práticas religiosas da Idade do Ferro, a despeito de “nenhum artefato ou vasto descoberta foi possível associar, sem dúvida, com os antigos druidas”. Vários assuntos recorrentes sobre isto os druidas se apresentam em um enorme número de registros greco-romanos, incluindo os sacrifícios humanos, a sua crença na reencarnação e teu alto status social dos povos da antiguidade.

Nada se conhece ainda a respeito as suas práticas de culto, entretanto pelo ritual do carvalho e o visco, de acordo com a explicação de Plínio, o Velho. Com a romanização, os últimos druidas autênticos desapareceram, e com eles, os seus ensinamentos e conhecimentos. Aqueles que, séculos mais tarde, assumiram o título de druida para si não eram mais do que fácil bruxos ou feiticeiros.

Os druidas bem como são mencionados em vários contos medievais da Irlanda cristã, tais como Táin Bó ele prontamente correu, onde se retrata amplamente como feiticeiros que se opunham à chegada do Cristianismo. No acordar do Renascimento céltico nos séculos XVIII e XIX, grupos fraternais e, no momento em que a terra foi fundada com apoio em idéias a respeito os antigos druidas em um movimento que é conhecido como neodruidismo.

A expressão druida vem do latim druides, que, por sua vez, foi considerada pelos antigos escritores romanos proveniente da frase nativa em céltico pra essas figuras sacerdotais. Outros textos romanos também usavam a forma druidae, sempre que que o mesmo termo foi usado pela nobres gregos como δρυΐδης (druidēs).

“o que conhece o carvalho”. A palavra do moderno irlandês para carvalho é dair, e decorrentes da mesma maneiras inglesas para lugares, por exemplo Derry—Doire e Kildare—Cill Dara (literalmente, “templo do carvalho”). Existem várias histórias de santos e heróis que versam sobre isto carvalhos, e subsistem na Irlanda rural algumas histórias e superstições locais (chamadas pishogues) sobre isso as árvores em geral. Tanto a expressão irlandesa drui e como a galesa dryw pudessem bem como se mencionar ao pássaro carriça, teoricamente, associando a este, com a ave de agouro nas tradições irlandesa e galesa.

De acordo com o historiador Ronald Hutton, “não podemos saber praticamente nada com certeza sobre os antigos druidas, portanto, que, embora sem dúvida existiram — servem mais ou menos como figuras lendárias”. Contudo, as fontes referidas por escritores antigos e medievais, próximo com a evidência arqueológica, podem ceder uma idéia da forma em que desempenhavam seu papel religioso. Uma das poucas questões em que coincidem as referências grecorromanas e irlandesas sobre os druidas é que esses tinham um papel considerável pela comunidade celta.

Também ponderou que estavam isentos do serviço militar e do pagamento de impostos, e tinha o poder para excomulgar os participantes da comunidade dos festivais religiosos, ocasionando com isso a perseguição. Outros 2 escritores clássicos, Diodoro Sículo e Estrabão, ratificaram que os druidas eram temidos com tal grau de respeito que podiam parar uma competição se paravam entre dois exércitos. A tradição druídica consistia em uma extenso quantidade de versos que se aprendiam de memória, e Júlio César ressaltou que se podia demorar mais de 20 anos em completar a geração. Ceridwen consideram a perspectiva de druidas femininos.

O que se sabe a respeito da explicar os noviços druidas é pura circunstância: a literatura oral, não se compreende com certeza que tenha sobrevivido algum verso velho, nem ao menos perante a forma de tradução. Isso porventura se baseou em escritores antigos, em razão de, no tempo de César, os escritos da antiguidade haviam se mudado da escrita grega e a latina. Alexandre Sábio se referiu aos druidas como filósofos e o afirmou como um todo e a tua doutrina da imortalidade da alma e da reencarnação ou metempsícosis.

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Diódoro Sículo, no ano 36.C. ele contou como os druidas seguiam a “doutrina pitagórica” de que as almas humanas “são imortais e depois de um número definido de anos elas começam uma nova existência em um novo corpo humano”. Em 1928, o escritor Donald A. Mackenzie especulou que os druidas teriam sido missionários budistas enviados pelo rei indiano Asoka. Já outros são invocado semelhanças comuns indo-européias.

César descreveu a doutrina do ancestral original da tribo, a quem se referiu como Dispater ou “pai” Hades. “Após ter preparado os sacrifícios e banquetes sob as árvores trazem dois touros brancos, cujos chifres foram vendados. Na sua túnica branca, um druida sobe a árvore pra eliminar o visco com a sua foice de ouro, vestidos da mesma maneira que o recebem. Os escritores greco-romanos fizeram com freqüência referência para os druidas, como praticantes de sacrifícios humanos, assim, que os consideravam bárbaros. Os relatórios a respeito os sacrifícios druídicos são localizados nos trabalhos de Marco Aneu Lucano, Júlio César, Suetônio e Cícero.

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