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Uma carnificina decidiu pôr fácil para os seus freguêses a obter carne na hora que lhes venha o mais recomendado. Pra esta finalidade foi elaborado um sistema de venda de novidade. Como é que vai isto? The Applestone Meat Company desenvolveu uma máquina de vending muito especiais. Nelas os seus compradores são capazes de adquirir suculentos pedaços de carne, a cada hora. Em vez dos tradicionais refrigerantes e pacotes de biscoitos, na gaveta inferior da máquina caem chuletones e lombo. Máquinas de venda automática de carne. Qual é o tema?

Joshua Applestone é um açougueiro inovador. Já com sua primeira organização, Fleishers Craft Butchery, foi o precursor do conceito de “whole animal butchery”, algo como “desmancha integral”. Compra o animal inteiro a pecuaristas locais de firmeza e trabalha de forma que se aproveita tudo. A idéia penetrou entre a clientela americana, cada vez mais interessado em saber de onde vem a carne que consome. Pedaços de carne, como as que se conseguem comprar pela máquina. Vendeu a primeira empresa, em 2013, e com as receitas que conseguiu abriu uma nova carnificina, Applestone Meat, em Stone Ridge, perto de Nova York.

Como o propósito era prestar serviços de desmancha os agricultores locais não declarou vital abrir uma sala de venda ao público em geral. Contudo, não demorou a gozar a voz entre a população local: naquele estabelecimento, fora da visibilidade dos transeuntes, se trabalhava com carne de enorme peculiaridade.

Começaram a bater pela porta pedindo obter diretamente. No início, o pessoal atendia os pedidos. Ao observar que a demanda crescia Joshua pensou em como vender sem ter que ampliar tua pequena equipe de açougueiros. Joshua Applestone em ação. Assim surgiu a ideia de instalar máquinas de venda automática no teu estabelecimento de forma que os freguêses possam adquirir sem interromper o teu serviço.

Primeiro utilizou máquinas já existentes, haciendoles muitas transformações para adaptá-las ao seu objeto. Uma vez constatou-se que os clientes se habituaram a obter carne deste jeito, está criando novas específicas que serão ainda menos difíceis de utilizar. O negócio está pegando envergadura. A dia de hoje a venda a começar por máquinas de venda automática, já responde por 70% do faturamento Applestone Meat Co.

O resto é feito por meio de encomendas on-line ou telefone. 20,000 semanais. Em Accord, uma zona próxima, abriu pouco tempo atrás um segundo ponto de venda que conta com 7 máquinas. Manhattan já está no ponto de mira, com o que as expectativas de desenvolvimento são grandes. Quais são os aprendizados?

O cliente americano está habituado a conquistar “o que desejas, no momento em que quer”. E isso é essencialmente válido pros clientes mais adolescentes. Por outro lado, os clientes têm cada vez menos dificuldades para interagir com uma máquina. Nem a idéia de adquirir carne lhes parece estranha. Empresas de cada setor estão ainda mais oportunidades pra substituir pessoas por tarefas automatizadas.

Com isso, podem 2 efeitos simultâneos: cortar custos e aprimorar a euforia do usuário. Nos Estados unidos, prevê-se o desaparecimento, a médio prazo, de milhares de postos de trabalho, substituídos por máquinas. Entretanto, isto que preocupa vários assim como é esperançoso pra outros. Erik Brynjolfsson, um dos maiores especialistas mundiais no conteúdo diz que o exercício de máquinas e robôs será mais uma chance do que um problema. Assegura que, em 50 anos seremos mais ricos, teremos mais tempo e não haverá mais empregos criativos.

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um Homem, também podes achacarlo a nossa ausência de experiência, mas eu estou convencido de que acima de tudo foi a localização. Daí veio a decisão de construir a seguinte loja em Jaime III, a despeito de fosse mais caro. Logo em seguida, vieram São Miguel e L’Àguila. Tenho em mente abrir algumas lojas? Refiro-Me, especialmente, fora da ilha.

Nunca descartamos, todavia a experiência aconselha a buscar territórios e cidades de características iguais às da ilha. É manifestar, com um turismo e uma comunidade parelhos. Não entendo, imagino em Valência, Alicante, Denia ou mesmo Barcelona. Mas são coisas que devem ser feitas com pés de chumbo. Vocês optarem por ter os locais de propriedade? Quase todos, sim. Temos outro no centro comercial Porto Pi, mas como nosso produto médio-grande tinha pouca clientela lá, temos alugado. Lá você necessita ter uns preços médios e baixos que, salvo exceções só são capazes de assumir as multinacionais. Bom, porque se diz a isso, defina o tipo de artefato que oferecem suas lojas.

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